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QG Akkari Team:
QG Akkari Team: "A Música e o Poker", por Felipe Andrews

Por Felipe Andrews

Acredito que a música é uma das coisas mais maravilhosas da nossa existência. Ela é capaz de te trazer alegria em um dia triste, capaz de te trazer inspiração, motivação, calma, agitação dentre muitos outros sentimentos e sensações. Aí você pensa: “Tá, mas esse é um site de poker! Então fala de poker aí cara.”

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Antes de falar o porquê música e poker são mais parecidos do que você imagina deixa eu me apresentar. Meu nome é Felipe Andrews, tenho 33 anos e sou jogador do Akkari Team. Antes de iniciar minha carreira como jogador, tive minha formação como músico e atuei por anos como músico profissional.

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Diferente do que muitas pessoas pensam, música não tem nada a ver com “dom” (há algumas raras exceções de pessoas com pré-disposição para determinado instrumento, mas como falei, são exceções) O que é regra, é que para ser um bom músico você precisa praticar e repetir. Ponto. Já começamos a perceber uma certa semelhança, certo? Mas isso é só o começo.

Ao pensar que música é um “dom”, simplesmente anulamos o empenho, dedicação e disciplina do músico, o que não me parece ser muito justo. A vida de um músico profissional e de um jogador de poker profissional tem muito em comum. Para tocar qualquer instrumento, além de gostar de música, você precisa desenvolver habilidades específicas e praticar tais habilidades diariamente.

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Antes de um solista se apresentar para o público, ele praticou aquele solo das mais diversas maneiras possíveis e imagináveis até chegar ao ponto de se apresentar com excelência. É muito fácil se iludir e querer ser solista de um dia para o outro, da mesma maneira que é muito fácil se iludir e querer ser um jogador fora de série de um dia para o outro. Antes precisamos percorrer um longo caminho e pensar se estamos dispostos a fazer os sacrifícios que este solista/jogador fora de série fez para chegar em tal nível.

Quais habilidades ele teve que desenvolver? Quais foram os desafios dele? São os mesmos que o meu? Como ele lidou com tais desafios? Ele estuda todos os dias? Como ele estuda? O que ele estuda? O que ele lê? Quais são as referências dele? Como ele lida com as emoções?

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Ao fazer essas perguntas as coisas ficam mais simples, pois conseguimos enxergar com mais clareza e aprendemos que não existe mágica. Não tem essa de dom. O que existe é empenho e dedicação diário por algo que realmente amamos.

E no fim do dia, mesmo que tenhamos tocado notas erradas, mesmo que aquele blefe não tenha passado, ainda assim sabemos que estamos no caminho certo. Basta praticar e repetir, com isso é certo que faremos os melhores solos e cravaremos os melhores torneios. Fico por aqui, GL máxima e nos encontramos nas mesas.

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