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Scott Robbins desistiu de processar o Borgata 11 dias antes do caso ir à Corte (Foto: Seminole Hard Rock)
Scott Robbins desistiu de processar o Borgata 11 dias antes do caso ir à Corte (Foto: Seminole Hard Rock)

O jogador Scott Robbins, banido do hotel-cassino Borgata após fazer uma piada sobre suicídio para um funcionário, desistiu do processo que tinha instaurado contra a casa. O profissional alegava que tudo era um mal-entendido, e a casa de Nova Jersey estaria lhe prejudicando moral e financeiramente com o banimento.

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De acordo com uma reportagem do Poker.org, o documento que oficializa a desistência do processo diz que “as acusações foram amigavelmente ajustadas entre as partes”, indicando que houve um acordo entre Scott Robbins e o Borgata. O fim da briga judicial se deu no último dia 9, apenas 11 dias antes do caso ir à Corte do Distrito de Nova Jersey.

O Borgata decidiu banir o jogador após um diálogo entre ele e um recepcionista, enquanto Robbins fazia check-in para jogar um torneio no qual havia conquistado vaga em um satélite. Quando questionado se queria um quarto em um andar mais alto ou mais baixo, Robbins perguntou: “Se eu tiver que pular da janela de um andar alto, vou sobreviver?”. Depois, ele continuou. “E se eu tiver que pular de um andar mais baixo?”. “Se eu não vou sobreviver de nenhuma altura, acho que não faz diferença o andar que você vai me dar”, falou.

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De acordo com o processo, o jogador se referia a casos de emergência, como incêndio ou terremoto. Depois disso, Robbins foi submetido a exames psiquiátricos, que não alegaram nenhum problema. Ele teve que pagar a viagem de ambulância para os exames, e quando retornou, descobriu que não poderia se hospedar e nem jogar o torneio, pois havia sido banido.

No total, Robbins alegava 28 atos ilícitos cometidos pelo Borgata, incluindo quebra de contrato, difamação, danos morais e até violação dos direitos civis. O profissional pedia US$ 1,25 milhão, sendo US$ 850 mil por perdas de premiações, e mais US$ 200 mil em compensações de prejuízos punitivos. Os valores do possível acordo não foram revelados.

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