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Alex Victor - SuperPoker Team Pro
Alex Victor - SuperPoker Team Pro

O cearense Alex Victor se sagrou campeão do primeiro torneio do SuperPoker Team Pro válido pelo ranking de julho, realizado no partypoker. A competição, que aconteceu no último dia 30, deu ao jogador a primeira liderança na disputa.

Victor tem 30 anos, é de Pereiro (CE) e formado em mecatrônica industrial. Desde 2015, se dedica exclusivamente ao poker. Em entrevista ao SuperPoker, ele contou sua história no esporte da mente, com participações de grandes figuras do cenário brasileiro.

Na etapa seguinte ao título, Victor só foi derrotado no heads-up, confirmando o começo de mês fortíssimo na disputa pela vaga na Semifinal Online. Ele confessou um foco especial nas disputas do SuperPoker Team Pro, principalmente após a cravada.

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Se você já está cadastrado no SuperPoker Team Pro, continue jogando, temos mais 2 rankings pela frente. Se ainda não se cadastrou, cadastre-se já e tenha chances idênticas aos demais. Para participar do SuperPoker Team Pro, não esqueça de criar sua conta nos sites parceiros (BodogLiga Online H2 Brasil e partypoker). Para depositar, conte com a segurança e rapidez da Trust Fichas. Além disso, utilizando o Slot Poker Pro você pode organizar seu grind de maneira simples, facilitando a participação nos torneios. O desafio também conta com apoio da Copag, referência em materiais para o jogo, que presenteará os campeões e classificados para a Semifinal. Confira a entrevista completa:

Conte a sua trajetória no poker.
Já tinha visto o poker pela televisão, só que não tinha entendido nada e também não conhecia ninguém que sabia poker, então acabei não me interessando num primeiro momento. Um dia, em 2014, baixei um joguinho de poker no celular e comecei a brincar com fichas fictícias, só que não sabia nem as regras. Até que um colega de trabalho me viu jogando e me ensinou.

Gostei bastante porque, de cara, dava pra ver que era um jogo diferente, que tinha como usar estratégias. Então resolvi pesquisar sobre o assunto, até me deparar com os vídeos do Akkari. Fiquei extremamente impressionado, descobri que tinha profissionais daquele jogo e ganhando muito dinheiro. E ainda por cima tínhamos dois campões mundiais de poker, aquilo mexeu muito comigo.

Comecei a devorar todos os conteúdos que o Akkari passava, e o mais legal era o “Na Mira do Pro”. Com esses conteúdos do Akkari passei de não saber nada, a entender varias estratégias lucrativas do jogo. Então comecei a grindar freneticamente durante o período da noite, já que trabalhava durante o dia.

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Depois de pouco tempo jogando, resolvi visitar um clube de poker, e descobri que ao vivo é ainda mais eletrizante e tem uma adrenalina muito gostosa. No meu primeiro torneio ao vivo fiz mesa final. Então fiquei nessa rotina de trabalhar durante o dia, e à noite eu grindava online ou ía ao clube.

Em junho de 2015, a empresa que eu trabalhava estava fazendo cortes. Várias pessoas foram demitidas, e eu fui uma delas. Num primeiro momento fiquei triste com a demissão, mas no segundo momento já estava muito feliz, tinha decidido, iria dedicar um tempo pra tentar ser um jogador profissional de poker.

Nos primeiros seis meses não consegui sair do canto, estudava bastante e grindava o dia todo quase todos os dias. Até que, aos poucos, meu gráfico começou a apontar pra cima. Quando era final de 2016, eu já tinha ganhado o suficiente que levaria pelo menos uns três anos para ganhar no meu antigo emprego. A fase estava tão boa que resolvi jogar o NPS em Fortaleza e acabei com a sexta colocação no Main Event.

As coisas estavam indo bem, mas eu tinha ciência que meu nível para um profissional ainda era baixo, foi então que me escrevi na seletiva do 4bet e entrei para o time no inicio de 2017.

No 4bet, eu tive aulas com profissionais de ponta como Rafael Watanabe, Edson Roberto, Vico Scarpini, Vitor Rangel e Diego Bittar. Também tive aulas esporádicas com Will Arruda, Rafael Moraes e Thiago Crema.

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Eu sou muito grato ao 4bet. Entrar para o time, com certeza, foi a melhor decisão que eu poderia tomar. Aprendi muito com eles, e com o nível que eu tinha, com certeza não iria conseguir sobreviver no jogo por muito tempo.

Atualmente jogo Micro/Low, e por jogar barato tenho que ser muito grinder, jogo cinco ou seis vezes por semana.

Como ficou sabendo do SuperPoker Team Pro?
Pelas redes sociais, mas num primeiro momento acabei cometendo um grande vacilo, pois não me registrei de cara, acabei deixando para depois. Foi só na terceira etapa que entrei no site e li detalhadamente todas as regras. Aí percebi que tinha cometido uma burrada e que era uma oportunidade incrível.

Por que aceitou o desafio?
Jogar patrocinado durante um ano com certeza é algo bem atrativo. Meu foco sempre foi o online, então nunca joguei uma etapa do BSOP. Seria fantástico representar o SuperPoker, é algo que me deixaria muito orgulhoso e elevaria minha carreira a outro patamar.

Qual a sensação de começar o mês com uma vitória?
Começar o ranking na ponta da tabela dá um ânimo muito bom, te deixa ansioso pelos próximos torneios. Fiquei muito feliz com a vitória. Me lembro que fui dormir quase de manhã pensando na possibilidade de ser o primeiro SuperPoker Team Pro.

Como foi sua trajetória neste torneio?
Joguei o torneio bem focado, meu stack sempre foi crescendo aos poucos. Acho que com uns 30 left, eu estava entre os maiores stacks e conduzi bem até a mesa final. Na FT comecei ficar mais agressivo, o que resultou em perder alguns potes, mas também quando encontrei valor conseguir extrair muitas fichas. Até mesmo na mão final, meu oponente deu um hero call, e caiu da cadeira.

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Teve alguma mão de destaque que gostaria de contar?
Teve uma mão que foi muito importante, quando estávamos em 30 left, que meu adversário deu um call ruim e me deixou muito bem em fichas. Eu abri 99 do cutoff e ele me deu 3-bet do SB. O stack efetivo é o meu, 32 big blinds. Eu o coloco na porta e ele me paga com A2o.

Você ainda ficou em 2° na segunda etapa, a que credita o bom desempenho?
Eu estava muito ansioso pelo torneio, então resolvi jogar uma única tela, prestando muita atenção em todos na mesa e fazendo muitas anotações. Com certeza isso ajudou muito, mas muito longe de garantir outra mesa final, então eu diria que a variância bateu ao meu favor.

Gostaria de mandar um recado ou dica para os participantes?
Vou dar muito trabalho para meus oponentes e a dica é que se cuidem, se não vou pegar suas fichas. Brincadeiras a parte, é um projeto sensacional do SuperPoker, e eu acredito que muita gente ainda não engatou. O valor dos torneios é muito baixo e todos têm chances reais de ser o primeiro SuperPoker Team Pro, recreativo ou profissional.

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