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Renato Kaneoya - BSOP São Paulo
Renato Kaneoya - BSOP São Paulo

Um dos jogadores brasileiros que mais ganhou destaque pelo desempenho nesta WSOP foi Renato Kaneoya. Além de ficar na quarta colocação do evento Giant, o profissional também terminou no sétimo lugar do Little One for One Drop, conquistando mais de US$ 170 mil na soma dos dois resultados.

Agora, o craque volta a jogar em casa e sentir todo o reconhecimento da comunidade brasileira. Participando do BSOP São Paulo, o jogador falou sobre a grande fase que vive, a importância da confiança para os profissionais de poker e a alegria de receber a admiração de diversos jogadores.

Renato Kaneoya - WSOP 2018
Renato Kaneoya – WSOP 2018

Depois do grande desempenho em Vegas, como é voltar a jogar no Brasil?
É outro ambiente, né? A gente estava lá meio que isolado, em uma comunidade pequena, e eu pelo menos fico um pouco mais fechado, na minha, mas aqui todo mundo fala a mesma língua, todo mundo faz brincadeira e tal, é um pouco mais solto. Eu sinto falta desse tipo de ambiente, ainda mais depois de ficar 40 dias fora.

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Quão importante é a confiança para um jogador de poker? Alguém que está em boa fase, consegue se manter em alta mais facilmente?
É mais fácil você continuar a boa fase desde que você faça coisas que ajudem nisso. Preparação física, mental, dormir bem, se alimentar bem, isso ajuda a gente a se manter ali em cima por mais tempo. Não é à toa que vários jogadores conseguem resultados em sequência, como o [Pedro] Padilha, que estava numa fase sinistra, ainda está. A grande diferença é que a gente não tem receio de executar o que acreditamos ser o certo, não existe dúvida na hora de fazer a jogada, e se erra a gente sabe que também faz parte. Quando você está em uma fase complicada, as dúvidas viram monstros e fica mais difícil de manter o foco, a estratégia e tudo mais.

Após tantas horas de estudo e dedicação ao poker, você vê esse momento da carreira como uma recompensa?
Com certeza, é uma recompensa que ninguém precisou me dar, porque uma hora ou outra isso ia acontecer, mas em alguns momentos pensamos que estamos trabalhando tanto, você vê vários amigos chegando lá, o que é ótimo, mas sempre vem a pergunta ‘quando vai chegar a hora?’. A gente sabe que essa hora vai chegar, mas não sabe quando, e não dá para escolher, mas estar nesse momento é muito gostoso mesmo.

Como foi a recepção da comunidade aqui no BSOP São Paulo?
É bem engraçado que logo que eu voltei, estava jogando os torneios, andando nos corredores, e todo mundo olha com aquele olhar de quem já reconhece, sabe? Tirei várias fotos, várias pessoas vieram me dar um abraço, é muito gostoso isso. Até sair do hotel, eu não sabia como seria isso, esperava nada e tudo ao mesmo tempo, e está sendo tudo.

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