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O BSOP é, de forma incontestável, o principal circuito de poker ao vivo da América Latina. Realizando em 2020 sua 15ª temporada, a série movimenta milhares de jogadores todo ano, distribuindo milhões em prêmios e se destacando pela credibilidade construída em todos esses anos no cenário.

Quem encabeça o sucesso é Igor Trafane, o “Federal”, CEO do BSOP, e pessoa cuja história se confunde com a do poker ao vivo no Brasil. Além de ex-presidente da CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold’em) e atual presidente da CPPD (Confederação Panamericana de Poker Desportivo), Federal também é presidente do Grupo SuperPoker e um dos sócios do H2 Club.

O trabalho tanto de Federal, quanto do BSOP, não passou despercebido aos olhos de Lance Bradley e Donnie Peters, dois dos principais nomes da mídia de poker mundial. Bradley é editor-chefe do site PocketFives, site no qual Peters também trabalha como editor, após uma passagem pela equipe de mídia do WPT. Ambos são os apresentadores do podcast “The Fives” e, em episódio recente, rasgaram elogios a Federal, ao BSOP e também ao SuperPoker.

Lance Bradley e Donnie Peters
Lance Bradley e Donnie Peters

O tema era o Global Poker Awards, prêmio anual que busca eleger os melhores em diversas áreas do poker mundial. Os apresentadores discutiam sobre possíveis injustiças cometidas na votação, citando entre elas o caso de Federal. O brasileiro estava na lista inicial de “Pessoa da Indústria do Ano”, mas não apareceu entre os quatro indicados após a primeira fase de votação, realizada em um painel que contou com jogadores, membros da indústria e da mídia.

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“Eu vou dizer um nome que acho que 99% do nosso público não conhece e deveria ter mais publicidade fora de seu país nativo: Igor “Federal” Trafane”, disse Bradley. “O poker no Brasil é gigantesco, e Igor é uma das grandes razões para isso. Se você perguntar para qualquer pessoa da mídia de poker brasileira, ou do lado da indústria, quem é a maior força no poker do país, a resposta é o Igor toda vez. Ele é o cabeça do BSOP, também está no SuperPoker, que é um veículo massivo do país. Eu não fiquei surpreso de não vê-lo na lista, porque sei que muitas pessoas não sabem exatamente quem ele é e quanto ele influencia.”

Pouco depois, foi a vez dos apresentadores falarem sobre o BSOP, destacando que o circuito deveria ser, de forma disparada, o campeão na categoria Mid-Major Circuito do Ano. Ou seja, o maior circuito excluindo aqueles chamados “major”, que atraem os principais jogadores do mundo. “Não estou falando apenas de ser indicado, mas deveria vencer esta categoria todo ano: a Brazilian Series of Poker. É gigantesco!”, disse Bradley. “Sem desrespeito aos outro quatro indicados, mas tire a sua melhor foto do field de qualquer um desses torneios e compare com uma foto qualquer de Dia 2 do Main Event do BSOP. Eles estão em salões gigantes e toda as mesas estão cheias”.

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Peters também mostrou indignação com a situação. “Eu estou totalmente de acordo com você, eles deveriam ter ganhado isso há anos já, e estarem entre os indicados todo ano, se não ganhando todo ano. Se você é um fã de poker ou um membro da mídia, precisa fazer seu dever de casa e pesquisar sobre os eventos do BSOP, o que eles fazem, o tamanho dos fields, os prêmios, o que eles fazem no país é incrível”.

Salão - BSOP Millions

Na sequência, o americano ainda admite um certo descaso das mídias de poker europeias e norte-americanas com o Brasil. “Por qualquer razão, nós esquecemos do Brasil, e precisamos parar com isso. Você vê muitas pessoas importantes falando sobre como o Brasil é o próximo grande palco do poker. Precisamos começar a olhar mais para lá, colocá-los nessas listas e dar o reconhecimento que merecem.”

Alguns dados da série são trazidos por Bradley. “Foram sete etapas ano passado no BSOP, e no último Main Event [BSOP Millions], com um buy-in de R$ 3500, cerca de US$ 800, eles tiveram mais de 3.300 entradas. Era um garantido de $7 milhões na moeda brasileira e eles arrecadaram $9,6 milhões. Um torneio de buy-in US$ 800 e o primeiro lugar levou US$ 293 mil, isso é incrível! Deve ser o circuito mais subestimado na mídia do poker mundial.”

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Se para os estrangeiros o trabalho do BSOP, de Federal e de SuperPoker ainda não é tão famoso, no cenário latino-americano do poker é impossível não conhecer a importância do trio. Os brasileiros possuem há mais de uma década um circuito confiável e com uma estrutura de primeira, comparável a pouquíssimos lugares do mundo. Através do SuperPoker, podem acompanhar os resultados de seus compatriotas nos principais circuitos de poker do planeta, transmissões ao vivo, notícias em tempo real, coberturas mão a mão e ainda terem seu momento próprio de destaque quando conquistam um bom resultado. Tudo isso sob o comando de alguém que se dedicou ao poker de forma incansável, trazendo segurança jurídica para os clubes e torneios, fomentando a imagem do jogo como um esporte da mente e se firmando como a pessoa de influência no cenário do continente. Parece chegada a hora desse reconhecimento ganhar novos territórios.

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