COMPARTILHAR
Leandro "Amarula" Balotin - PokerStars Players Championship

Primeiro grande evento ao vivo da América Latina em 2019, o BSOP Iguazu recebe em suas mesas diversos jogadores que começaram o ano fazendo parte do histórico PokerStars Players Championship (PSPC) através dos Platinum Passes. Mesmo para aqueles que não entraram ITM no torneio recordista, a experiência nas Bahamas ficou marcada na memória.

VEJA MAIS: Christian Almeida festeja título na Turbo Series: “vou comemorar bem meu aniversário”

Leandro Balotin, o “Amarula”, foi um dos representantes verde e amarelos que realizou o sonho de jogar poker no paradisíaco país caribenho. Inclusive, sua passagem para o evento foi carimbada durante o próprio BSOP Iguazu de 2018, quando o jogador venceu o All in ou Fold e faturou o cobiçado pacote de US$ 30 mil no Casino Iguazu.

Já nas mesas da primeira etapa do BSOP em 2019, Amarula deu entrevista ao SuperPoker falando sobre a experiência no festival e revelando o maior respeito pelos brasileiros no cenário internacional. Confira.

Leandro "Amarula" Balotin - Platinum Pass BSOP Iguazu
Leandro “Amarula” Balotin – Platinum Pass BSOP Iguazu

Para você, que nunca tinha jogado nas Bahamas, como foi a experiência no PSPC?
Foi sensacional, era praticamente um sonho ir para as Bahamas. O torneio foi bom, fui bem nos primeiros dias, mas acabei perdendo dois flips e caindo em 300 e pouquinho, a gente sabe que é do poker. O objetivo de chegar ITM não deu certo, mas depois fizemos um grupinho bom ali e curtimos praticamente cinco dias no paraíso, o hotel era sensacional, o parque aquático, o lugar em si era muito gostoso, então a experiência foi indescritível.

O que você achou do field do torneio?
No primeiro dia, não tinha caras tão bons, que você temeria numa mesa, mas no segundo dia sim. No primeiro dia foi mais tranquilo, tanto que passei bem, acima da média, e deu pra jogar tranquilo, mas no segundo já senti que o nível começou a aumentar conforme os jogadores foram caindo. Inclusive teve um menino muito bom que veio para a minha mesa, que ficou em 14º no PCA 2018 e caiu justo na minha esquerda, estava com um stack bom e começou a me incomodar, então o segundo dia foi um pouco mais difícil mesmo.

Os brasileiros conquistaram grandes resultados lá. Como você vê o país no cenário internacional? Já é uma das principais potências?
De fato. Pra falar a verdade, fora os americanos, que são uma potência indiscutível, acho que o Brasil, se não é a segunda potência, com certeza está top 3, top 5 na pior da hipóteses. Sempre tem brasileiro chegando e não é por acaso. O respeito pelos brasileiros lá fora vai a cada dia aumentando mais, porque antigamente ninguém respeitava, tanto ao vivo quanto online, mas conforme vão saindo os resultados eles vão respeitando. Para mim, o Brasil é o segundo ou top 3 tranquilamente.

Como você analisa a estrutura oferecida pelo PokerStars no evento?
Estava diferenciado, ainda mais para mim, que não conhecia essa parte das Bahamas, foi uma estrutura sensacional. O troféu foi uma coisa de outro mundo, talvez nunca vi um tão bonito quanto aquele em esporte nenhum, pegando Fórmula 1, futebol, nunca vi algo assim. O PokerStars caprichou demais, o que ele forneceu para nós que ganhamos o Platinum Pass… Viagem, hospedagem, ajuda de custo, brindes e tudo, foi algo espetacular.

Mesmo sem entrar na premiação, valeu a experiência?
Com certeza. Nunca foi minha meta ganhar um Platinum Pass, tanto que ganhei aqui em um All in ou Fold na loucura, mas se tiver neste ano, com certeza tentarei buscar mais um.

Abra a sua conta no maior site de poker do mundo clicando aqui.

DÊ CALL NO SUPERPOKER!

Turbine seu jogo, receba conteúdos exclusivos,
análise de mãos, chamadas para aulas ao vivo e promoções gratuitas.

Concordo com os termos de uso e privacidade do SuperPoker, que declara não repassar os dados a outras empresas.