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Daniel Cates
Daniel Cates (foto: WPT)

Daniel Cates não é dos jogadores mais midiáticos, com poucas aparições em redes sociais e veículos de mídia. No entanto, convidado para participar do podcast de Jeff Gross, “Jungleman” não teve reservas. Foram quase duas horas e meia de conversa sobre diversos tópicos.

Um dos pontos abordados foi o ínicio da trajetória de Cates no poker. Como a grande maioria, ele começou em mesas com amigos, disputando valores pequenos. “Às vezes, no colegial, eu jogava com pequenos pedaços de papel cortado como fichas, por US$ 10 ou algo assim.”

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Ficando mais interessado no jogo a cada dia, ele revelou que passou a participar de home games nos subúrbios de Washington D.C. “Eram valores que na época eu considerava altos, coisa de limites $0.50/$1, um buy-in de US$ 100.”

Foi nesse período que surgiu o apelido “Jungleman”, que pode ser traduzido como “homem da selva”. A explicação faz referência à aparência do jogador quando jovem. “Na época, eu era mais peludo e meu cabelo era bem maior”, contou. “Também porque eu era um pouco maluco, começaram a me chamar de ‘jungleman’ porque acharam que era um nome divertido.”

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