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Leonardo Todasso - BSOP100 Foz do Iguaçu (Crédito: Carlos Monti)
Leonardo Todasso - BSOP100 Foz do Iguaçu (Crédito: Carlos Monti)

A primeira etapa do CPH foi concluída com sucesso durante esta semana. O ranking só será atualizado na quarta-feira de cinzas (14), mas o participante que mais somou pontos é notório: Leonardo Toddasso. O experiente jogador viveu uma etapa dos sonhos. Primeiro, ficou com a 3a colocação do Main Event, onde faturou R$ 45.000. No dia seguinte, ele voltou para o H2 e foi o grande campeão do PL Omaha.

A modalidade das quatro cartas é uma das especialidades de Toddasso. Como prova, esse foi o terceiro título dele no CPH. O tricampeonato valeu mais uma ótima forra, agora de R$ 18.000. Além da felicidade pelos resultados, Toddasso também está muito feliz por começar bem a disputa para ser o próximo Campeão Paulista.

“O curioso é que antes de começar essa etapa eu falei para vários amigos que eu ia jogar todos os eventos de todas as etapas do CPH e tentar brigar pelo ranking”, disse o líder.

Toddasso espera se juntar ao rol de grandes jogadores que foram campeões paulistas nos últimos anos, como Luiz Duarte (2015), João Bosco Jr. (2016) e Marcos André (2017). Talento e experiência ele tem de sobra. O SuperPoker conversou com o novo líder do CPH, Leonardo Toddasso. Confira:

Leonardo Todasso
Tricampeonato no Omaha rendeu R$ 18.000 para Toddasso

SuperPoker: Qual é o sentimento que fica depois dessa etapa brilhante?

LT: “Estou feliz demais com a minha performance do CPH. Quando a gente sai de casa, sempre torce para ter uma etapa como essa, mas 99,99% das vezes não é assim. Dessa vez foi para mim! Primeiro cheguei no Main Event do maior torneio regional no Brasil, com um field bem duro. A mesa final foi bem casca, eu até dei uma “reclamadinha” para o pessoal: perguntei se ninguém ia errar, por que daquele jeito o jogo não ia fluir. Todo mundo jogou direitinho e isso valoriza ainda mais o resultado. Aí eu volto para casa, durmo, acordo, vou para o Omaha e pimba. Foi muito bom e estou feliz demais com isso”

SuperPoker: Agora que você é o líder, pretende correr o ranking?

LT: “O curioso é que antes de começar essa etapa, falei para vários amigos que ia jogar todos os eventos de todas as etapas do CPH e brigar pelo ranking. Ano passado acabei jogando pouca coisa, algo em torno de quatro Main Events, três ou quatro Omahas e nenhum High Roller e quando chegou na penúltima etapa, eu estava entre os 15 do ranking. Isso chamou minha atenção e decidi jogar tudo em 2018. Mesmo quando eu era profissional e estava no H2 todos os dias, durantes os CPHs eu ficava no cash, porque vinha muita gente pro clube e a ação era muito forte. Além disso, O CPH ficou maior, com R$ 500.000 garantido no main event, dois High Rollers e uma premiação muita boa para o campeão do ano. Isso me deixou animado para disputar o ranking. Essa briga começou sim e eu vou correr atrás”.

SuperPoker: Você foi tricampeão no Omaha e é especialista na modalidade. Ela pode ser um diferencial?

LT: “Sem dúvida acho que o Omaha é um diferencial pra mim. Primeiro, porque é um torneio que vale muitos pontos, e para os dois rankings – e sim, pretendo brigar pelos dois. Segundo que Omaha é uma modalidade que está ficando mais popular agora, então bastante gente tá começando a aprender e a estudar agora, e eu tenho uma experiência muito grande: jogo há anos e quando eu era profissional jogava cash game todos os dias. Os resultados do Omaha podem fazer diferença, principalmente se tiver alguém na briga que não for especialista”

SuperPoker: Você conhece o field do CPH muito bem. Quais jogadores você acha que podem brigar com você pelo título?

LT: “Essas brigas por ranking são bem complicadas. Além de ter muita gente boa no field e que já pontuou nesta etapa, simplesmente pode aparecer em outra etapa alguém que tenha uma performance como a minha, fora da curva, e entre na briga do nada. Para citar alguns nomes que já estão na briga: o Anthony, que ganhou o Main Event, já disse que vai correr tudo e é um cara muito forte, tá confiante e jogando bem… O Cássio Kiles também falou que vai jogar tudo e já teve um bom resultado nesta etapa (ficou em segundo no High Roller) e sempre tem um “chato”, tipo o Grow, que vai ganhar alguma coisa, joga bem Omaha também e vai entrar na briga”.

“Além disso, vai ter bastante regular de cash game jogando o CPH esse ano por causa do H2 Rewards. Eles podem trocar pontos que acumulam jogando diariamente no clube pelos buy-ins do CPH e por isso vários já estavam jogando nesta etapa. Além de dificultar o field, traz mais gente para a briga do ranking. O Juninho, que é um dos regulares do cash do H2, fez mesa semifinal do Main Event e final do Super High Roller. É outro cara na briga. Vai ser uma briga boa, mas eles podem ter certeza que eu vou lutar até o final”.

Pódio 1º CPH 2018

Troféu de terceiro lugar do Main Event também foi para a estante

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