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Paulo Gini e Fred Volpe - BSOP Brasília
Paulo Gini e Fred Volpe - BSOP Brasília

Não faltam motivos para disputar uma etapa do BSOP, ainda mais essa de Brasília. Dinheiro, reconhecimento, rever grandes amigos, o que mais importa? O SuperPoker conversou com dois craques de São Paulo, Fred Volpe e Paulo Gini, para entender melhor as motivações de cada um para deixar o conforto do lar, viajar para outra cidade e participar do maior circuito de poker do hemisfério sul. Para quem pensa que o dinheiro é tudo, as respostas dos dois podem surpreender. Para Volpe, por exemplo, tudo se resume a felicidade.

“Essa é uma pergunta muito pessoal, cada pessoa tem as suas próprias motivações para estar aqui”, contou o profissional. “Generalizando, na maioria dos casos é a glória, a premiação e a disputa do poker, que é maravilhosa. No meu caso, especificamente, eu estou aqui pela felicidade, eu sou feliz aqui dentro desse espaço, sou amigo de muitos jogadores, em todos os BSOPs me sinto à vontade, em casa, com meus amigos. Ganhar é sempre ótimo, óbvio, maravilhoso, mas estou aqui pela felicidade que me proporciona o ambiente.”

Fred Volpe - BSOP Brasília
Fred Volpe – BSOP Brasília

Gini deu uma resposta parecida, mas utilizou outra palavra para definir: “prazer”. O recreativo que é regular nos principais circuitos contou que sentiu falta da série nesses últimos meses. “Acho que é prazer mesmo, eu adoro isso aqui, fico esperando o ano inteiro pelas etapas”, contou. Agora que deu um gap grande da primeira para a segunda, a gente fica até meio perdido por não ter BSOP”. Não levar o troféu, no entanto, não o afeta mais tanto. “Eu já fiquei mais chateado no passado, agora eu quero cravar, nem penso mais no troféu, meu negócio é jogar para cravar. É legal levar um troféu para casa, mas a cravada vale mais.”

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Nesse ponto, Volpe tem uma opinião diferente. A eliminação em quarto lugar no 1-Day High Roller, por exemplo, foi mais dolorosa do que o normal. “Levo em consideração o troféu sim, tanto é que o primeiro evento, o 1-Day High Roller, eu bolhei o troféu, fiquei em quarto, e foi amargo”, contou. “Foi um prêmio legal, R$ 34 mil, salva a reta, mas é muito amargo porque você bolha o troféu. Não sei a opinião de todo mundo, mas eu valorizo demais, porque é o que fica, dinheiro vem e vai e o troféu fica, a conquista está ali na história.”

Paulo Gini - BSOP Brasília
Paulo Gini – BSOP Brasília

O fato é que seja em São Paulo, Brasília, Curitiba, Foz do Iguaçu, ou em qualquer outro lugar, o BSOP move massas e mexe com a paixão do brasileiro sobre poker. Ganhar um troféu da série significa muito mais do que apenas uma vitória ou um prêmio gordo, simbolizando o sucesso em um circuito que se estabeleceu como o principal da América Latina após mais de uma década de trabalho bem feito. Glória, dinheiro, reconhecimento, amizades, o BSOP tem de tudo um pouco e os amantes do esporte da mente sabem disso.

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