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Vitão e Phil Hellmuth

Uma entrevista exclusiva com um nome importante é sempre a obsessão do jornalista. Quando falamos de pokeer, Phil Hellmuth é um nome que não passa despercebido em discussões de poker. Desde o grinder online mais convicto de que os monstros sagrados do passado caíram em desuso, até os saudosistas mais entusiastas, passando pelos que apenas começaram a entender as regras do jogo, mas que não ficam indiferentes aos tilts e resultados de Phil.

Fomos até o Rio de Janeiro conversar com o dono de 15 braceletes. A mobilização para a entrevista foi rápida e objetiva, via e-mail e whatsapp. Era domingo a noite e estávamos, Roberta Cantelli, responsável pela nossa área comercial, e eu, acertando os detalhes da ida relâmpago à Cidade Maravilhosa. Deu certo. Deu mais do que certo.

No imponente Copacabana Palace, somos recebidos por um mensageiro alemão de nome Ulrich, que diz que se formos nos hospedar a recepção é logo ali, mas que se viemos para trablhar, devemos entrar pela entrada lateral. Procedimento normal. Em poucos minutos, estávamos lá dentro do suntuoso hotel fundado pela família Guinle. Esperamos em confortáveis sofás a chegada de Phil. Enquanto isso carregávamos as baterias das câmeras e observávamos o fluxo de pessoas na recepção.

Quando Phil desceu, atrasado, fomos para a biblioteca, antiga e bonita, do Copa. Passamos pela icônica piscina, onde fomos advertidos para não usarmos a câmera. Logo chegamos à sala espaçosa, com uma mesa gigante e com móveis em madeira rústica.

O homem dos 15 braceletes ainda tardaria um pouco, mas chegou animado, de bermuda e camiseta, com seus quase dois metros e bastante satisfeito em poder falar para nós. Antes da entrevista, pediu duas águas e dois capuccinos, disse que o sono estava desregulado graças às saídas noturnas no Rio (foi ao desfile das escolas de samba campeãs) e um pouco do chamado jetlag.

Antes de começarmos Phil disse que a entrevista era No-Limit, isto é, eu poderia fazer todas as perguntas que quisesse. Isso ajudou bastante na fluidez da conversa.

Confira a primeira parte da entrevista exclusiva com Phil Hellmuth!