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Felipe Balaban
Felipe Balaban (Foto: Hugo Harada)

 

Pela primeira vez fora de São Paulo, o MasterMinds não mudou a própria essência. Desde o seu surgimento, trouxe para o público muito mais do que um torneio tradicional de poker. Uma das grandes vertentes que diferenciam o festival é a realização de palestras gratuitas, para destacar o lado mental do jogo. Em Curitiba não foi diferente.

Com uma grade repleta de palestras, um dos responsáveis a passar conteúdo de qualidade para o público foi o profissional Felipe Balaban, um dos principais jogadores do estado e com um currículo cheio de conquistas no poker online e muita experiência também no jogo ao vivo. Ele ficou bastante contente com o resultado das palestras.

“Foi bem legal, principalmente na terça-feira que foi o primeiro dia. Veio bastante gente, um número alto de pessoas em todas as palestras. Na sexta-feira, mesmo sendo às 11h da manhã, veio um pessoal. Muita gente participou fazendo muitas perguntas, isso que é legal. Não basta só assistir”, disse Balaban.

Curitiba é um dos principais centros de poker do Brasil, com uma base de jogadores bem sólida, o que explica não só a decisão do MasterMinds de escolher a capital paranaense, mas como o sucesso do torneio, que superou tranquilamente o garantido. O profissional também falou sobre o perfil dos participantes.

“O público era bem variado, tinha de tudo. A minha palestra, por exemplo, era sobre os desafios do início da carreira. Tinha muita gente nova que queria ver como que funciona o início de um jogador de poker como profissional. Também tinha o pessoal mais velho que queria aprender, foi bem misturado”, contou.

Conhecido pelo nick “febalinha”, o jogador já fez estrago nos feltros online. O principal resultado da carreira foi o título do Sunday Warm-Up, que rendeu quase US$ 95.000. No último BSOP São Paulo, por exemplo, o profissional conseguiu levar um troféu de um dos torneios turbo para casa. Os objetivos para 2017 também foram assunto.

“Eu tive algumas metas para esse ano, queria grindar um volume certo de jogo. Já vi que não vai ser possível, porque eu tenho algumas responsabilidades, tenho o time para gerir e isso toma tempo. Então não vou conseguir jogar o que gostaria, mas estou conseguindo comparecer nos principais torneios e ter resultados satisfatórios”, avaliou. “Uma das metas era ir para a WSOP jogar o Main Event e eu vou estar lá”, contou o curitibano.

Por fim, Felipe Balaban também deixou uma dica para quem está começando no poker agora e deseja ir além. “Tem muitas coisas. Ir atrás de conhecimento é uma delas. O que eu falei basicamente na palestra é correr atrás de um time de poker, que é um acelerador do processo de profissionalização. Isso não é para todos. Tem gente que quer ser só recreativo e está de bom tamanho para eles”, finalizou.

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