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João Fera e Bruno Desimoni (Foto: Luis Bertazini)
João Fera e Bruno Desimoni (Foto: Luis Bertazini)

Uma das novidades do BSOP Millions 2017 é o Torneio por Equipes. Neste torneio, o poker, jogo individual em sua essência, ganha o toque do espírito de equipe, com times formados por três jogadores. O buy-in é de R$ 2.400 por time, com blinds de 30 minutos e 30.000 fichas iniciais. Cada jogador deve participar de pelo menos uma órbita antes que possa trocar de lugar com outro membro do time.

Os profissionais João Fera e Bruno Desimoni aprovaram a novidade. Formando um time forte com Rodrigo Garrido, eles se revezavam na tarefa de aumentar o stack. “Achei bacana, bem interessante”, contou Bruno. “É um formato diferente, nunca tinha jogado esse por equipes, é engraçado, uma modalidade nova é bacana. A gente não formou nenhuma estratégia pré-definida, estamos revezando a medida que estamos confortávei para jogar, quando alguém cansa a gente reveza, porque não tem break.”

“É um pouco estranho quando você fica de fora e vê suas fichas sendo jogadas por outras pessoas, mas quando é o Brunão e o Garrido, que é o meu time, não tenho nada a reclamar”, contou Fera. “É bem peculiar que não tem break o torneio, então quando alguém quer ir no banheiro é a hora de trocar, outro joga uma órbita, um blind que seja. É bem diferente, mas bem divertido também. O poker é um jogo individual e acaba virando um jogo de times, é bem engraçado pensar assim.”

Com tantos amigos profissionais no meio do poker, a escolha dos nomes que formariam os times foi complexa, mas a participação de jogadores em outros torneios facilitou o processo. “Foi difícil mesmo, o pessoal estava escolhendo os times antes de começar, mas durante o BSOP é que a gente vai reencaixando”, explicou Bruno “Porque um está jogando Main Event ainda, outro High Roller, então nos juntamos para formar a equipe.”

A vitória, se vier, vai ser ainda mais comemorada, por ser conquistada junto com grandes amigos. “Com certeza vai ter um gosto especial”, contou Bruno. “Ainda mais jogando com o Fera e o Garrido, os dois são ídolos, se a gente ganhar esse torneio junto vai ser animal.” Fera ainda explicou que toma cuidado com as jogadas “excêntricas”. “Tem que tomar né? Aquela hora que dá vontade de dar aquela spewzadinha, tem que dar uma segurada porque tem dois caras ali fora que vão querer perguntar o que você fez (risos).”

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