Luís Quintiliano é campeão do Last Chance e destaca crescimento do poker brasileiro: 'morei 12 anos nos EUA'

Luís Quintiliano é campeão do Last Chance e destaca crescimento do poker brasileiro: 'morei 12 anos nos EUA'

Quando Luís Quintiliano foi morar nos Estados Unidos em 2002, o cenário do poker do Brasil era praticamente nulo e ainda engatinhava ao sucesso. O BSOP, por exemplo, foi criado só quatro anos depois da ida do paulistano. Praticante de poker já nesta essa época, Luís tinha à disposição todos os jogos possíveis nos Estados Unidos, com programação diária nos cassinos espalhados por toda parte.

Na volta ao Brasil, depois de 12 anos, ele não podia imaginar o tamanho da transformação do poker brasileiro nesse período. Luís encontrou centenas de clubes espalhados pelo Brasil, torneios de grande expansão e o BSOP consolidado. “Como eu morei 12 anos fora, voltei pro Brasil e pensei ‘será que tem um campeonato legal pra jogar aqui?’ Quando eu saí daqui em 2002 não existia nada. Aí eu volto e encontro o BSOP com essa organização e essa potência é superlegal”, contou Luís.

Depois de descobrir o maior festival de poker brasileiro, Luís Quintiliano passou a disputar quase todas as etapas. De 2015 pra cá, ele tinha feito quatro mesas finais, mas a cravada ainda não tinha vindo. No último dia do BSOP São Paulo, essa espera acabou. Ele foi o campeão do Last Chance DeepStack, com grande field de 253 jogadores. De quebra, ainda faturou R$ 19.540 pela conquista.

“Excepcional, de verdade. Eu jogo esse jogo desde 2003, morei muito tempo nos Estados Unidos, foram 12 anos e estou no Brasil faz dois anos e meio. Desde que eu cheguei eu jogo o BSOP. Ano passado eu bati na trave algumas vezes. Fiz quatro mesas finais e foram dois vices. Agora funcionou, fui campeão, to supercontente. É um esporte que eu amo mesmo, sensacional”, disse extasiado.

Com título de paralelo no WPT e muita bagagem no poker americano, o campeão ainda comentou sobre a diferença de jogadores entre Brasil e Estados Unidos.

“Eu vejo um nível incrível, joguei com Decano, contra Akkari, outros profissionais, o nível é muito parecido mesmo com o de lá”, afirmou. “Falta só a penetração. Como os Estados Unidos tem muito mais penetração, você acaba achando muitos jogadores bons, mas o nosso top tá no mesmo nível do de lá”, finalizou Luís.

A mesa final do Last Chance DeepStack ainda contou com a presença do craque Affif Prado. Em grande fase, o catarinense ficou com a terceira colocação e beliscou mais um troféu para a coleção, um dia após a cravada no Turbo 4 Blinds.

Confira a premiação final do Last Chance:

1o – Luís Quintiliano – R$ 19.540

2o – Yuri Gama – R$ 12.990

3o – Affif Prado – R$ 9.500

4o – Walter Junior – R$ 7.670

5o – Rodrigo Iazzetta – R$ 6.010

6o – Rafael Oshiro – R$ 4.550

7o – Tuffy Neto – R$ 3.340

8o – Rafael Lima – R$ 2.460

17h H2 CLUB
blinds: 25m
stack: 10000
insc.: 50,00
15h ESPAÇO ZAHLE
blinds: 35m
stack: 20000
insc.: 200,00
20h30 ESPAÇO ZAHLE
blinds: 35m
stack: 20000
insc.: 200,00
20h30 STARSCLUB ITAIM
blinds: 30m
stack: 15000
insc.: 250,00
16h HIJACK POKER CLUB
blinds: 20m
stack: 5000
insc.: 0,00
21h HIJACK POKER CLUB
blinds: 25m
stack: 15000
insc.: 20,00
19h30 ARENA SOCIAL POKER CLUB
blinds: 25m
stack: 15000
insc.: 150,00
16h NUTS HOLD'EM CLUB
blinds: 20m
stack: 10000
insc.: 20,00
20h30 NUTS HOLD'EM CLUB
blinds: 30m
stack: 15000
insc.: 40,00
19h WIN POKER SANTOS
blinds: 25m
stack: 20000
insc.: 200,00
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