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Marty Mathis - MILLIONS South America
Marty Mathis - MILLIONS South America

Marty Mathis se deu melhor do que qualquer outro jogador na história do MILLIONS South America. Afinal, o americano foi campeão do Main Event na primeira edição, jogada no Rio de Janeiro, no ano passado. Nesta temporada, no Enjoy Punta del Este, Mathis já conquistou o vice-campeonato no Super High Roller, perdendo o heads-up para James Romero.

Profissional focado no jogo online, o americano alcançou no Brasil seu primeiro grande resultado ao vivo. Desde então, sua vida não foi mais a mesma. “Pedi minha namorada em casamento, vamos nos casar em julho, compramos uma casa no México mês passado, então praticamente tudo mudou”, contou.

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É claro que os cerca de US$ 1,1 milhão em premiações ao vivo ajudam, mas o prazer de Mathis em jogar na América Latina não se resume ao bom retrospecto. Para o americano, os latinos propiciam uma experiência de jogo agradável. “Sabe, essa é a minha profissão, mas ainda é legal poder se divertir na mesa com todo mundo e gosto disso sobre a América do Sul em geral.”

Marty Mathis - MILLIONS South America
Marty Mathis – MILLIONS South America

Em entrevista ao SuperPoker, Mathis relembrou o resultado em território brasileiro, falou sobre seu relacionamentos com profissionais tupiniquins, a adaptação do online para o live e mais. Confira.

Desde a vitória no Rio de Janeiro, o que mudou na sua vida?
Aquele foi, obviamente, um resultado incrível e o meu primeiro grande prêmio ao vivo, então mudou muita coisa. A vitória me permitiu novos jogos, ter um bankroll maior. Desde então, eu pedi minha namorada em casamento, vamos nos casar em julho, compramos uma casa no México mês passado, então praticamente tudo mudou. Basicamente, me ajudou a crescer.

Aqui em Punta del Este você já conseguiu mais um grande resultado. Imagino que goste de jogar aqui…
Eu definitivamente gosto dos torneios na América do Sul. Adoro viajar para cá, gosto das pessoas com quem jogo, eu sinto que aqui as pessoas gostam de se divertir quando jogam e ninguém leva a sério demais. Sabe, essa é a minha profissão, mas ainda é legal poder se divertir na mesa com todo mundo e gosto disso sobre a América do Sul em geral.

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Vê diferenças do field latino-americano para o europeu ou norte-americano?
Sim, há uma grande diferença, acho que a maior é que aqui você nunca vai ver alguém pensando 30 segundos pré-flop antes de foldar uma mão horrível, então isso faz com que seja muito mais gostoso jogar aqui.

Comparando as cidades, prefere Punta del Este ou o Rio de Janeiro?
Não há comparação, Rio de Janeiro é a melhor de todas, não dá para comparar com Punta del Este, pelo menos para mim. Eu me diverti bastante no Rio, já fui para lá três vezes e tenho ótimas lembranças em geral. Foi ótimo ter voltado para lá no ano passado e relembrar momentos de 10 anos atrás.

Fica desapontado de alguma forma por ficar com o vice neste Super High Roller?
James é um amigo meu, não fico desapontado de forma alguma. Ele é um jogador muito forte e nós fizemos um acordo, então nos divertimos jogando o heads-up, tomamos vinho, conversamos, mostrando as cartas. Foi divertido e fico feliz que ele tenha conquistado o troféu.

Marty Mathis - MILLIONS South America
Marty Mathis – MILLIONS South America

Como é seu relacionamento com jogadores brasileiros?
Eu sou amigo de muitos jogadores brasileiros, sou amigo do GM_Valter [Rafael Moraes], Yuri NerdGuy. No passado, quando fui para o Brasil, eles me mostraram a cidade, me receberam em suas casas, foi um momento incrível com esses caras, são algumas das minhas pessoas favoritas.

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Sendo um jogador profissional online, como foi a adaptação para o ao vivo?
Eu não acho que há uma grande adaptação, pessoalmente. Acho que as pessoas superestimam a importância de leituras ao vivo e outros fatores do live. Eu sempre foquei no online e acredito que, no fim das contas, se você é bom no poker se dará bem nos dois.

Quais são os jogadores mais difíceis que já enfrentou?
Primeiro, eu tenho que reconhecer meu amigo Felix Bleiker aqui (apontando), da primeira vez que joguei contra ele, me colocou numa jaula, não é alguém que quero na minha mesa. Há pessoas como Dominik Nitsche… Há tantos jogadores talentosos hoje em dia, as pessoas ficam melhores a cada dia e é um ambiente tão competitivo. Às vezes, contra certas pessoas, você tem que contar um pouco com a sorte.

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