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Seja como esporte consolidado – como nos dias de hoje – ou em tempos longínquos em que o estava associado ao submundo, o poker sempre despertou o fascínio de cineastas e foi retratado em inúmeros filmes nos mais de 100 anos de história do cinema, principalmente do cinema americano.

O poker – que sempre fez parte do estilo de vida e da natureza do americano – hoje está espalhado por todo o mundo. Globalização, que quebrou barreiras, destruiu preconceitos e ajudou este jogo a se transformar em um esporte da mente, que mobiliza milhões e faz sucesso com um número cada vez maior de pessoas.

Talvez sabendo disso o site, Getro – especializado em cinema – elegeu neste mês os sete filmes em que poker é melhor retratado no cinema. Confira:

Cassino Royale (Casino Royale, Inglaterra 2006): Este longa – o 21° da série de filmes do agente James Bond (Daniel Craig) –, tem como clímax não uma cena típica dos filmes de ação, mas um cash game high stakes de Texas Hold’em. Na última mão retratada no filme (veja vídeo abaixo), Bond leva a melhor sobre seu antagonista –o vilão Le Chiffre (Mads Mikkelsen), com um inacreditável straight flush. O big blind era de US$ 1 milhão, o pote valia US$ 15 milhões e o rival tinha flush de A.

Um Estranho Casal (The Odd Couple, EUA 1968): As personagens de Jack Lemmon e Walter Matthau, decidem morar juntos depois de divorciados. Para driblar o tédio, os recém solteiros recorrem a um home game todo final de noite. Neste filme, além das atuações de dois mestres da sétima arte, você tem algumas das piores bad beats do cinema.

Golpe de Mestre (The Sting, EUA 1973): Paul Newman e Robert Redford – dois dos maiores ícones de Hollywood em todos os tempos – protagonizam algumas das cenas mais célebres da história do cinema em Golpe de Mestre.

Neste filme, Newman e Redford são dois vigaristas que decidem aplicar um golpe num mafioso. Na cena mais famosa, a personagem de Newman engana o antagonista – que por sua vez tentava passar um golpe no protagonista, espionando as cartas do rival. Newman, de alguma maneira, mostra uma quadra de 3 ao espião, mas apresenta quadra de valetes. O jogo em Golpe de Mestre é o hoje antiquado five card draw.

A Arte do Jogo (Deal, EUA 2008): Burt Reynolds interpreta um veterano do poker (uma espécie de Doyle Brunson, por assim dizer), que se torna tutor de um jovem talentoso e ambicioso (Bret Harrison).  Junto os dois participam e brilham em vários campeonatos. O ápice do filme, no que diz respeito ao poker é a participação dos dois no World Poker Tour (WPT). O longa tem participação entre outros de Mike Sexton, comentarista do WPT.

A História de Stu Ungar (Stuey, EUA 2003): Stu “The Kid” Ungar é para muitos o maior nome da história do poker. O jogador – único a vencer três vezes o main event da WSOP – viveu sua vida entre glórias no poker e muitas controvérsias.  Ungar era usuário de drogas e morreu cedo, aos 45 anos, vítima de ataque do coração, em 1998. Esta personalidade ao mesmo tempo complexa e cativante é interpretada por Michael Imperioli, famoso pelo seriado Os Sopranos.

Jogando com a Sorte (California Split, EUA 1974): George Seagal e Elliot Gould são dois jogadores que vão ao México para disputar o torneio que pode mudar suas vidas. O poker aqui é pano de fundo para muita confusão. O filme é dirigido por Robert Altman, um dos mais talentosos diretores de sua geração.

O Jogador (The Gambler, EUA 1974): Professor de literatura (James Caan) não consegue ficar longe das mesas de apostas. Após perder todo o seu dinheiro, ele recorre a namorada, sua mãe e até mesmo a agiotas e bandidos para continuar com a jogatina. O filme é cheio de clichês antigos e retrata uma época em que o poker ainda lutava para se consolidar como esporte sério. De qualquer modo, vale pela diversão. 

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