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Victor Marques, André Akkari, Neymar e David Carrion - EPT Barcelona
Victor Marques, André Akkari, Neymar e David Carrion - EPT Barcelona

Os últimos dias em Barcelona foram mais do que corridos. Consegui gravar alguns episódios do ‘Tá na Mão’ com bons jogadores por lá, concluí minha matéria de pai e filho jogando o EPT, entrevistei Maria Konnikova e Jaime Staples para o SuperPoker. Dormir era artigo de luxo.

No penúltimo dia estava marcada a festa do PokerStars, tradicional e concorrida, em um clube noturno à beira-mar. Seria a hora certa para relaxar, tomar aquele DRINK e curtir com a rapaziada. Isso de fato aconteceu, com o jornalista Victor Marques sendo visto aproveitando cada minuto dos tais OPEN FOOD e OPEN BAR. O tema é que o trabalho ainda não tinha acabado lá em Barcelona.

Na tarde anterior à festa, André Akkari havia me avisado que Neymar viria a Barcelona na segunda-feira. Na mensagem ele disse que haveria a possibilidade de fazer uma pergunta ao Neymar, que participaria de uma coletiva. Tendo um vôo às 18:30 para Madrid – e depois a São Paulo -, minha preocupação era em não perder a viagem. Quando soube que ele viria lá pelas 14:00, relaxei. Mas tudo ainda saiu melhor.

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Tentei não colocar “tudo na tela” na balada, mas depois de mojitos, heinekens, corotinho e whisky, acabei me vendo num karaokê catalão às 2 da matina. Até o grande Dan Smith estava lá. Depois que a Lauren, nossa amiga do PokerStars, cantou Killing Me Softly, a barra subiu. Ela recebeu o aplauso de todos os franceses – sim, só tinha francês no recinto -, e dificultou quem ia cantar depois. Sabendo disso e dos compromissos no dia anterior, fiz uma homenagem aos presentes da terra de Michel Platini – e Marina Lima – e saí à francesa do local. Mantendo intacta a minha reputação de cantor de viagens de poker.

No dia seguinte, sem ressaca, abortei os planos de gravar algumas imagens em lugares turísticos de Barcelona. Me concentrei na dura missão de fechar as malas, fazer o checkout e deixar o hotel. Feito isso, resolvi ir ao cassino cedo. Lá gravei um Tá na Mão com Marcelo Betto, do Full Team, e aguardei a chegada de Neymar. Com ele vinham Piqué, o da Shakira, Giovanni Lo Celso, do PSG, e o golfista Sérgio Garcia. Tinha conseguido aumentar o número de perguntas para o Neymar e estava confiante em levar um material bom para casa.

Com a coletiva começando com Piqué e Garcia, imaginei que o nosso Ney poderia não ter vindo. Não tinha direito a perguntas na entrevista e fiquei só praticando meu catalão, tentando entender o que o zagueirão do Barça respondia. Passados 40 minutos, a entrevista terminou. Para meu alívio, logo depois, o OUSADO chegava. Neymar adentrou o lugar da coletiva e se dirigiu para uma sala anexa. Os jornalistas começavam a ser chamados e voltavam rapidamente. Fui o último a entrar, cumprimentei a todos, liguei o gravador e um animado Neymar, com intervenções de Akkari e PIQUÉ, respondeu as perguntas que eu tinha. Teve foto, lembrança do High Roller do H2, quando jogamos na mesma mesa, e fim de papo. Você vai conferir essa entrevista ainda hoje, aqui no SuperPoker.

Era hora de pegar o táxi ao aeroporto Prat, um avião para Madrid e daí a São Paulo. Se tudo que aconteceu em Barcelona tivesse sido combinado, não daria tão certo. Teve bom. Hasta la próxima!

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