A polícia da Malásia realizou uma operação contra o poker clandestino e prendeu 16 pessoas em Kuala Lumpur, capital do país. A ação aconteceu na madrugada de sábado, em uma cobertura de hotel localizada na Jalan Ampang. Segundo as autoridades, o imóvel abrigava um pequeno cassino ilegal.
Durante a operação, que recebeu o nome de Op Tembok, os policiais entraram no estabelecimento por volta de 1h50. Além disso, encontraram equipamentos de poker e dinheiro em espécie. Os investigadores suspeitam que o local recebia partidas privadas mediante convites.

De acordo com Fadil Marsus, chefe da polícia de Kuala Lumpur, os detidos têm entre 26 e 50 anos. O grupo reúne 14 homens e uma mulher de nacionalidade chinesa, além de um cidadão nepalês.
Por outro lado, as primeiras investigações indicam que os organizadores mantinham um esquema restrito. Os participantes recebiam convites de pessoas próximas, enquanto as partidas envolviam exclusivamente cidadãos chineses.
Polícia encontra fichas e dinheiro durante operação

Durante a busca, os agentes apreenderam uma mesa de poker, sete cadeiras, 214 fichas coloridas e um baralho de 52 cartas. Além disso, recolheram dois conjuntos de dados, um cartão de acesso e um cartão de dealer.
Segundo o relatório policial, as fichas representavam um valor total de 5.180 ringgits malaios, aproximadamente US$ 1.280. Os agentes também encontraram 1.000 ringgits em dinheiro, quantia que não integra o valor atribuído às fichas.
Assim, as autoridades reuniram materiais que podem ajudar a esclarecer o funcionamento do cassino clandestino. Entretanto, a polícia ainda não revelou há quanto tempo o estabelecimento operava ou quem comandava as atividades.
Investigação pode resultar em novas medidas

Agora, os investigadores analisam possíveis violações das leis malaias sobre jogos de azar e imigração. Além disso, o caso envolve uma disposição do Código Penal relacionada à obstrução do trabalho de funcionários públicos.
No entanto, as autoridades não explicaram qual comportamento teria motivado essa última suspeita. A polícia também não detalhou a participação individual dos 16 detidos na suposta operação ilegal.
Por fim, Fadil Marsus informou que os suspeitos seriam apresentados a um magistrado para que a polícia solicitasse a manutenção das detenções durante a investigação. Até o momento, as autoridades não anunciaram condenações, e o caso permanece sob investigação.










