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Poker

Bryn Kenney processa GGPoker, alegando quebra de acordos e fraude

Jogador foi embaixador do site de 2018 a 2020

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© Bryn Kenney foi à Justiça contra o GGPoker (Foto: Tomas Stacha/PCA)

Um dos mais vitoriosos jogadores de poker e figura renomada do cenário, Bryn Kenney está processando a NSUS, empresa proprietária do GGPoker. Ele protocolou um processo contra a empresa e o CEO Mansoo Kim alegando quebra de acordos e fraude.

A informação foi primeiramente revelada pelo portal Next.io. O processo foi registrado na Justiça no estado norte-americano de Nevada em julho, e no mês seguinte, foi enviado à Corte Federal.

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Nas acusações, Bryn Kenney alega que, no momento do acordo que lhe tornou embaixador do GGPoker em 2018, fazia parte do acordo uma participação acionária de 5% na NSUS. Entretanto, a firma nunca repassou essa fatia ao jogador.

Além disso, Kenney diz que recebeu US$ 5 milhões em 2019, valor definido como comissão por indicar jogadores ao site. Porém, segundo ele, essa quantia diminuiu em mais de US$ 3 milhões nos anos seguintes, algo que não estava previsto.

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Segundo Kenney, o GGPoker ilegalmente retirou jogadores indicados por ele do sistema do site, bem como subtraiu valores indevidamente, reduziu a comissão de maneira unilateral e transferiu contas indicadas pelo jogador para o controle da própria firma.

Por fim, o jogador acusou Mansoo Kim de fraude. Isso porque, no momento do acordo entre as partes, o CEO assegurou que robustas medidas anti-trapaça estavam em vigor.

Mas Kenney afirma que nenhuma daquelas medidas fazia parte do sistema do site. Ademais, de acordo com o jogador, Kim tinha conhecimento de que uma fraude sistemática acontecia dentro do GGPoker, mas nunca reconheceu a culpa.

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Bryn Kenney deixou de ser embaixador do GGPoker em 2020, e no momento da ruptura, nenhuma das partes justificou o fim da parceria. O caso está agendado na Corte Federal de Nevada para audiência em 12 de novembro, e Kim já entrou com pedido de arquivamento.

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