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partypoker sugere união de sites contra trapaceiros do poker online; entenda

Site estenderá sua “blacklist” do online para os eventos live

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© partypoker anunciou novidades contra "cheaters" (Foto: WPT/Flickr)

O ano de 2025 marca o retorno do partypoker para o circuito live mundial. O partypoker Tour terá cinco etapas ao longo da temporada, sendo a primeira a partir do próximo dia 19 em Londres. E para manter a credibilidade do jogo, a sala anunciou medidas.

Os jogadores banidos das mesas online do partypoker também estarão proibidos de jogar em eventos live da marca. Em 2022, o site lançou uma blacklist com usuários que tentaram obter vantagens indevidas, como uso de assistência em tempo real (RTA) ou múltiplas contas.

Essa lista, que surgiu para atender somente o online em um primeiro momento, agora estende seu impacto para o live. “Com o retorno os eventos live do partypoker, queremos coroar nossos verdadeiros campeões”, disse a equipe de integridade do jogo do partypoker, em nota oficial.

“Mandaremos mais de 1.000 jogadores para nossos eventos live, seria hipócrita da nossa parte permitir que jogadores enfrentem trapaceiros conhecidos. Por isso, a blacklist é tão importante”, completou a nota. O partypoker Tour já tem datas para acontecer em Manchester em junho, e em Glasgow no mês de agosto. Haverá ainda o anúncio de mais duas etapas.

Proposta de união entre concorrentes

Na mesma nota em que o partypoker anunciou essas medidas, o site também reforçou uma sugestão já citada anteriormente. “Já discutimos uma potencial blacklist global do poker, que faria um jogador banido por trapaça em um site ser excluído de todos os outros sites”, escreveu a equipe.

No entanto, o próprio partypoker reconhece a dificuldade de viabilizar essa ideia na prática. “Por causa das regulações que permeiam o jogo online, é um grande desafio a ser cumprido, se não impossível”, disse a equipe do site.

Os números da blacklist na prática

De acordo com o partypoker, a política anti-trapaça já baniu mais de 2.500 contas do site, número atualizado no início deste ano. A casa ainda ressalta que todo o dinheiro confiscado dessas contas retorna para a comunidade, e até agora, totaliza US$ 2,3 milhões.

Também segundo o site, a equipe de integridade do jogo cuida de todos os aspectos que podem ferir os princípios da disputa. Ou seja, o time cuida de possíveis usos de bots, RTA, collusion, chip dumping, ghosting, multi-accounting e uso de softwares banidos, como HUDs.

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