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Daniel Negreanu reacende polêmica no Hall da Fama do Poker: “sistema falhou”

O craque canadense ficou descontente que mesmo com uma alteração no sistema de votação, apenas um jogador acabou sendo eleito para o seleto grupo

Atualizada em

© Daniel Negreanu (foto: X/@WSOP)

A entrada de Jason Koon no Hall da Fama do Poker não encerrou as discussões sobre o processo de votação. Pelo contrário, a escolha do norte-americano como único integrante da turma de 2026 aumentaram os questionamentos. Depois de Mike Matusow reclamar do sistema de votação, Daniel Negreanu também se mostrou contrário.

Em complemento, neste ano a organização alterou as regras para permitir a entrada de mais de um nome. Os 33 membros vivos poderiam votar em até 4 indicados, quem recebesse pelo menos 22 votos seria eleito. Porém, apenas Jason Koon recebeu votos suficientes para garantir a vaga.

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Sendo assim, jogadores como Shaun Deeb, Scott Seiver, Justin Bonomo, Isaac Haxton, Mike Matusow e Isai Scheinberg permaneceram fora do Hall da Fama. Por meio de publicação no X (antigamente conhecido como Twitter), Negreanu revelou que defendeu um formato diferente durante a votação.

Dessa forma, o canadense queria uma votação por ranking, onde todos deveriam escolher três candidatos em ordem de preferência. Os mais bem pontuados conquistariam as vagas. “O objetivo do novo sistema era reduzir a fila de alguma forma, mas o sistema falhou”, escreveu o dono de oito braceletes.

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Scott Seiver também aponta falhas no modelo

Scott Seiver (Foto: Eloy Cabacas/PokerNews)

Contudo, Scott Seiver também criticou o processo de votação. Segundo o norte-americano, o falecido Doyle Brunson dizia que muitos integrantes vivos do Hall da Fama já não acompanham o cenário atual do poker com a mesma proximidade.

Entretanto, Seiver propôs uma solução simples para ajudar os eleitores. O profissional defendeu que cada indicado apresente um pequeno texto explicando suas principais conquistas e a importância da própria carreira para a história do poker.

Por fim, Seiver entende que os eleitores poderiam avaliar melhor cada candidato antes da votação. “Isso tornaria o processo muito mais humano do que simplesmente ver oito nomes e marcar um sim ou não, sem qualquer informação adicional.”

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