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Phil Ivey

Chegou ao fim o último capítulo da batalha judicial entre o mais novo integrante do Hall da Fama do Poker, Phil Ivey, e o Casino Crockfords de Londres.

O fato aconteceu em 2012, após Phil Ivey ganhar US$ 10,1 milhões em um jogo de Bacará, mas o cassino não o pagou, alegando que o jogador tinha trapaceado, já que ele utilizou de pequenas falhas no desenho do verso da carta para identificá-las.

Em 2014, Ivey entrou na justiça para reaver o dinheiro que o estabelecimento insistia em não pagar, após diversas sentenças favoráveis ao cassino, ontem, aconteceu o último julgamento do caso na Suprema Corte Britânica.

Os juízes mantiveram as determinações anteriores e deram vitória ao cassino. O jogador se manifestou após a decisão. “Não faz sentido que a Suprema Corte do Reino Unido tenha julgado contra mim, contrariando os fatos e qualquer lógica possível envolvida em nossa indústria”.

Ivey também explicou o motivo da utilização da técnica, que ele garante que não é uma trapaça. “Na época em que joguei em Crockfords, acreditei que a classificação de borda era uma legítima técnica de ‘vantagem’ e eu acredito apaixonadamente mais do que nunca hoje. Como jogador profissional, minha integridade é tudo para mim. É por causa da minha sensação de honra e respeito pela forma como o jogo é realizado por jogadores profissionais, como eu, que eu segui essa reivindicação até o Supremo Tribunal”.

Outro ponto que o jogador usa em sua defesa, é que em nenhum momento ele tocou nas cartas, outro fato para não considerar o método como irregular. A decisão não cabe mais recurso e Ivey não irá receber o dinheiro.

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